quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O MEU COMPLEXO DE OLÍVIA PALITO

Sim, cresci com o complexo da "Olívia Palito", pois sempre fui magrela e para piorar tímida, e em muitos momentos introspectiva. Tive a sorte de não ter sofrido bullying hahahaha... Sempre tive poucos amigos na escola e na infância, os quais atualmente não tenho mais contato, pois cada um foi para um canto.
Voltando ao meu complexo da magreza, onde a fase que ele se tornou mais forte foi na adolescência, pois parecia que o meu corpo não tinha se desenvolvido como o das outras garotas e a partir daí não usei mais saias, vestidos, bermudas e shorts, e para aparentar que as minhas pernas não eram tão finas eu usava duas calças para me sentir mais segura, olha o nível?!
E como engordar? Eu tomava Biotônico Fontoura, tentava comer mais, só que nada adiantava, e assim passei toda a minha adolescência vivendo na insegurança e com dificuldades de me relacionar com os garotos, por ter vergonha de mim, e achar que seria rejeitada.
Além de me achar magrela, também me achava feia e estranha, apresentava dificuldades de acreditar e aceitar elogios sobre a minha aparência, aliás ainda tenho um pouco de receio em acreditar, mas já tenho consciência de que feia não sou, ao menos isso (risos).
O tempo foi passando, a encanação diminuindo, e somente no final da adolescência comecei a perceber que o meu corpo havia ganhado uma forma e que eu havia ganhado mais peso, foi como se o meu corpo tivesse começado a ganhar formas no início da fase adulta, mas fui descobrindo aos poucos.
Fui perdendo um pouco mais da timidez e da insegurança quando entrei para a faculdade e comecei a trabalhar, entretanto ainda continuo sim insegura e tímida, pois, principalmente as mulheres sofrem muita cobrança da "sociedade", quanto a aparência, além do padrão de beleza que a mídia cria e impõe, apresentando mulheres com corpos esculturais, os cabelos perfeitos, vencedoras, enfim "a perfeição" é vendida. Somos julgadas e julgamos de acordo com o que vestimos e o nosso físico apresenta.
O mundo nos cobra um padrão e nós criamos os malditos complexos. E para conseguir superar e se equilibrar é necessário usar a razão e nos enxergamos como seres imperfeitos, afinal é o que todos nós somos...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

INCOERÊNCIA: QUANDO CAÍMOS EM CONTRADIÇÃO

Quem nunca caiu em contradição ou mudou de opinião? Ou então muda a opinião para beneficiar o lado em que se está no momento?
Somos seres mutantes em pensamentos, temos ideias que são convictas, as quais jamais serão modificadas, mas outras não são assim.
Somos capazes de mudar por algum tipo de interesse, seja por alguém (amor ou raiva), por dinheiro, para manter ou conseguir um emprego, para ter privilégios e uma infinidade de motivos.
E quando jogamos o discurso perfeito nas redes sociais e um tempo depois a pratica é o oposto? Há de se ter cuidado com as tais convicções, seja de cunho político/amoroso/moralista, pois quem discursa será cobrado ou mal visto se fizer o contrário do que disse. Somos seres bem problemáticos e instáveis, posso dizer que já mudei os meus ideais políticos, pensamentos quanto a algumas pessoas, julgamentos morais e tento fazer o máximo possível para não mandar algo do qual eu me arrependerei depois, e por mais que digamos que a opinião/julgamento alheio não nos afetará...acabará nos afetando sim, devido a insegurança que carregamos, e ela surge quando estamos mais frágeis.
Sempre digo que não podemos ser radicais, pois o radicalismo é chato demais! Num mundo de diversidade não há porque ser inflexível, por isso sou a favor que ideias devem mudar, quanto a isso sou flexível, analiso os prós e os contras e posso mudar minha opinião ou comportamento, mas sem perder a minha personalidade.
E o ponto é esse, pois quem se contradiz demais demonstra estar perdido, e acaba se contradizendo quando vai debater algo.
Alguns exemplos vemos nas redes sociais: como homens/mulheres que concordam com pontos de vista políticos só porque estão de olho em determinada pessoa, mas se o tiro sai pela culatra o ideal político já muda, porém quem acompanha tal pessoa já saca que há algo errado ali. Pois é! Escreveu na internet, alguém leu e registrado estará.
E como um amigo meu, o Edú (@dukah), citou no twitter sobre as tais pessoas que "transam" muito e dizem que são os bons, como conseguem arranjar tempo para a internet se são especialistas em sexo?!
E as pessoas que reclamam de outras por estarem cuidado da "vida alheia", mas vez ou outra fazem isso com a vida de alguém nas redes sociais, julgando comportamentos "incorretos" de famosos ou não. Coerência?
Por que é tão difícil aceitar que erramos constantemente? Julgamos o tempo todo, e quando não aceitamos que fazemos isso, caímos ainda mais em contradição.
Quem fala demais acaba se perdendo e a coerência se vai.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ANÔNIMOS: OS(AS) PELADOS(AS) VIRTUAIS

E aí? Já recebeu imagens de algum(a) pelado(a) desconhecido(a)? Mais um tipo frequente nas redes sociais, aquele que te adiciona e já vai achando que é a "festa da uva", e nessa já vem com papos "picantes" e lá vem com fotos em que se apresentam nus ou nuas.
E esse pessoal nem para selecionar também, poxa!? Existem grupos direcionados para sexo virtual e surubas com anônimos pelo que eu saiba, mas esses seres tentam acertar em algum alvo, talvez seja a excitação pelo risco, ou então o "vai que cola".
E lá vem a foto da pessoa inteiramente pelada, ou somente das genitálias masculina ou feminina, altos risos. E como acontece no Instagram, as pessoas também tentam pegar as melhores partes dos seus corpos. As mulheres fotografam a bunda de um jeito que pareça maior, dá aquela ajeitada nos peitos, e os homens mandam um ângulo do pênis que parece grande hahahaha e o pior disso tudo é que a pessoa que recebe as imagens nem sabe quem são os(as) sujeitos(as). Sim, eu sei que tem quem goste, mas por que enviar as tais imagens para quem não está a fim dessa relação anônima?
Acho válido troca de fotos sensuais, webcam, vídeos excitantes e tal entre casais ou o que seja, principalmente, se ambos curtem e concordam. Isso é um tempero a mais para quem gosta.
Só não entendo a pessoa procurar alguém, que não tem interesse nela, para se mostrar sexualmente, o "amostrado" hahahaha. Só irá causar espanto, mas como tudo é possível pode ser que tenha sorte e acerte em alguém, mas nesse caso o ideal é selecionar a pessoa certa e não fazer um papel ridículo nas redes sociais.
Lembrei agora de um cara no meu twitter, que até então eu não tinha prestado atenção, acho que no avatar dele não tinha foto e era um desenho, pois bem...enquanto eu lia a minha TL, de repente não mais que de repente o tal cara posta a foto do pinto (altos risos) para a geral ver, e escreveu algo do tipo "querem chupar", enfim eu só consegui dar gargalhadas, e ele deve ter usado o truque para aumentar o tamanho do dito cujo. Ele jogou na TL para tentar atingir alguém, mas não sei se conseguiu e como eu já disse seria mais fácil ele descobrir outros perfis que estejam a fim do que ele quer. Somos bizarros!


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

MULHERES REUNIDAS: O PAPO TAMBÉM É SEXO

Sou dessas que curte muito uma reunião com as amigas e conversas com mulheres que vou conhecendo em lugares que frequento (cursos, salão de beleza, consultórios, clínicas, etc), e faço isso constantemente. E nessas quando nos encontramos, além de falarmos sobre trabalho, inimizades e futilidades, o foco principal acaba sendo relacionamentos, e outras coisas mais.
Temos aquele momento de descrever a paixão, o ser em questão, aquilo que está sendo bacana ou não (as decepções), mas além disso falamos sobre o sexo, mas deixo claro que nem todas falam, por vergonha ou moralismo, se bem que dependendo do grau alcoólico...
Pois é, homens! Falamos sobre o atual namorado, sobre os ex-namorados, os rolos e os ex-rolos, e assim começamos a destrinchar a normalidade ou não dos comportamentos entre quatro paredes. Serve como aprendizado também, pois uma pergunta para outra se já fez algo, e falamos sobre os micos que pagamos e algo no sexo que não sabemos fazer direito, o aprendizado sempre (risos).
E a dificuldade que temos em dizer para o homem que determinada posição ou algo no oral não está legal, pois tememos que o tesão do cara se vá e nos passemos por chatas. Então pelos relatos de algumas mulheres, constatei que muitos homens não sabem como fazer o sexo oral numa mulher, principalmente, aqueles que já chegam afoitos, enfiando a língua sem noção do que está fazendo com tamanha força que em vez de dar prazer traz a dor, além de parecer que vai enfiar a cabeça até o útero, portanto, homens menos força no local e mais suavidade, pois o clitóris é mega ultra sensível, e sim há momentos em que pode haver a força, mas isso deve ocorrer gradualmente até que se chegue ao ápice. E sim, conseguimos ter orgasmo no oral sem que o dedo seja enfiado como num estupro.
Chegam a rolar altas risadas dependendo das histórias contadas, um exemplo disso é sobre o tamanho do pênis quando é citado ou mostrado por mímica, já que umas se assustam quando é muito grande ou é pequeno demais, mas ser grande ou pequeno não conta na performance, apesar de algumas posições ficarem impossíveis de serem realizadas devido ao tamanho pequeno ou grande. Já ouvi histórias de mulheres que desistiram do cara pelo tamanho do pênis, porque eram grandes e outros pequenos demais. Uma mulher, na clínica de estética, disse-me que dispensou o cara ao ver que era pequeno.
Esses relatos que fazemos para alguns podem parecer absurdos, mas de um certo modo, apesar das brincadeiras, podem servir como ajuda ou melhoria no que fazemos nas relações sexuais, pois muitas vezes é difícil chegar no quarto e ficar direcionando o que deve ser feito para a pessoa. Como funciona a etiqueta sexual? Será que o(a) parceiro(a) ficará ofendido(a) ou irá parar?
E como mulher tenho a certeza também que não acertamos em tudo, quando fazemos o oral ou o manual, ou as posições, sei lá...nem tudo sai perfeito. E assim ficamos, homens e mulheres com nossos receios em ofender a pessoa ou brochar o sexo durante a relação em alguns momentos. Acho que só com um bom tempo de convivência, as "coisas" vão melhorando.


domingo, 27 de janeiro de 2013

O "CAGAR REGRAS"

A sociedade tem as suas regras de comportamento, e logicamente que o mundo virtual não ficaria de fora dessa. Não há como nos livrarmos disso, pois muitos se dizem liberais e desencanados, mas sempre haverá algo no outro que nos incomodará e há de ser forte para não ser iniciado o tal discurso do "caga regras".
Certo ou errado fazer isso? Há momentos que penso sim e outros não, pois devemos ter um equilíbrio e não agirmos como os tais "senhores da razão".
Estamos nas redes sociais para nos relacionarmos e nos distrairmos, mas acredito que o objetivo principal seja conhecer pessoas diferentes, e sendo assim cada uma tem uma criação, um modo de vida que não é igual ao outro.
Vivemos um momento em que temos pressa de tudo, cada vez mais egoístas e só conseguimos conviver com aqueles que têm pensamentos como os nossos, claro que é melhor conviver assim evitando aborrecimentos como se estivéssemos dentro de uma bolha confortavelmente, mas por que não conhecer o outro, enxergando-o com outros olhos, como cantaria Lenine "um pouco mais de paciência".
Falta paciência, como escrevi no texto de ontem somos "RECLAMANTES", e o "caga regras" também é um reclamante, porém mais chato já que ele quer ditar comportamento, e aí há uma diferença em querer forçar o que se acha certo e emitir uma opinião. Eu posso não gostar da música que o outro ouve, achar que a música é de baixa qualidade, mas isso não me faz superior ao outro, pois eu posso ouvir uma música dita de boa qualidade e ser um alguém asqueroso, aliás não tenho o direito de menosprezar o outro por qualquer coisa. Ou então, começar a discursar porque o fulano escreve muitos palavrões no facebook, mas se ele é assim na vida e isso não o está atrapalhando em outros setores, ninguém tem o direito de impedi-lo de fazer, afinal quem sou eu ou você para ditar as regras da moral e dos bons costumes, diriam alguns. Ditar regras é algo bem complexo, pois geralmente pendemos para o que nos condiz, e tudo depende de nossa criação e do meio em que vivemos, mas regras de convivência, o que entendo como respeito ao outro, são essenciais para que consigamos conviver com as diferenças. E se tais regras forem quebradas não há porque mais conviver.
Mas há regras que ao serem quebradas poderão causar uma demissão, como eu citei no post sobre FALAR MAL DE AMBIENTE DE TRABALHO NAS REDES SOCIAIS.
Caso a tal pessoa esteja fora do seu "padrão" do suportável de comportamento, o melhor a se fazer é excluir/bloquear/deletar da sua rede..


sábado, 26 de janeiro de 2013

O HOMEM "CTRL C + CTRL V"

Qual a mulher que nunca foi "xavecada" pelo cara "Ctrl C + Ctrl V"? Esse tipo é um dos mais caras de pau nas redes sociais, pois não basta mandar aquele papo manjado, já que ele também aborda mulheres que são amigas entre si. HOMENS, HELLOOO! AS MULHERES TROCAM INFORMAÇÕES!!!
Há alguns dias no twitter e no facebook postei um pequeno diálogo, ou melhor um questionário que já recebi de alguns homens, evidentemente isso acontece com diversas mulheres, e alguns homens me disseram que também acontece o oposto. Aliás, já escrevi sobre esse tipo, mas como ele continua em evidência é bom sempre comentar. Segue abaixo o diálogo "sala de bate papo do UOL":
- Oi linda!
- Oi!
- Tudo bem gatinha?
- Tudo!
- É de onde?
- SP
- Estuda?
- Trabalha?
- Quantos anos?
- Curte o que?
- Tem msn?
- ????
- Espera aí que eu vou responder o seu formulário...
Dessas perguntas, acabo respondendo algumas para ver até aonde isso vai dar, mas nunca vem algo que preste.
Um homem que manda esse tipo de questionário precisa de evolução, pois isso é dos primórdios da internet, ainda mais hoje com perfis em redes de relacionamentos, os quais têm fotos, informações sobre o que a pessoa curte (filmes, séries, músicas, etc), e outros dados, basta ser atento.
Será que ele consegue atingir algum alvo dando tantos disparos a esmo? Qual é o critério do "Ctrl C + Ctrl V"? Deve ser aquele: o que vier é lucro, mas isso se vier. E o pior é que acredito ter mulher que ainda caia nessa, por isso ele ainda não foi extinto.
Quando esse tipo está metralhando demais, prossigo dando a corda até enforcá-lo, pois se é para fazer graça...vou me divertir um pouco. Enquanto rola a brincadeira, a mulherada vai trocando informações sobre o tal ser. A falta de criatividade dele é tamanha que manda a mesma conversa para todas as mulheres, não há um diferencial, os elogios são os mesmos, além das perguntas.
Homem, se é para ser malandro conquistador, é melhor que seja um verdadeiro "Don Juan", esse sim é um encantador de mulheres, pois sabe ser romântico, sabe estudá-la e procura satisfazer todos os seus desejos, mesmo que ele seja uma fantasia, ao menos é mais sagaz no processo da ilusão e sabe deixar a sua marca de maneira mais inteligente.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

COMO TENTAR NÃO CAIR NO CONTO DO FAKE?

E esse mundo dos perfis fakes nas redes sociais? Estamos cercados! Uma coisa é certa se você ainda não caiu, ainda poderá cair no conto fake, pois ninguém está livre disso.
O que leva alguém a roubar fotos de outras pessoas, inventar um nome e criar um personagem? Gostaria de entender, mas enfim se estamos do lado oposto ao do fake temos que nos cuidar para não cairmos numa cilada.
A maioria dos fakes são bem inteligentes, mas como estão cometendo "não legal" sempre há como descobrir alguma falha na história inventada. Eles analisam muito bem o perfil de quem ele quer fisgar, chegam envolvendo a vítima com um forte encantamento, pois falam sobre assuntos que a interessam e cada vez mais a prendem. E vai ficando mais difícil conseguir enxergar a realidade, principalmente, se a vitima está fascinada por ele.
Abaixo colocarei algumas dicas sobre o que faço para tentar identificar se a pessoa é realmente quem diz ser:
Amigos: Uma das primeiras coisas a ser verificada é sobre quem são os amigos do perfil, se essas pessoas realmente se conhecem, tentar stalkear conversas para saber se houveram encontros reais com outras pessoas.
Fotos: alguns fakes usam fotos de modelos desconhecidos parecidas com catálogos de revistas, mas outros roubam fotos de pessoas que também tem perfil nas redes e inventam um nome.
Telefone: você falar ao telefone com a pessoa não significa que ela não seja fake, pois se fosse assim não haveriam trotes, portanto, não se apegar nisso.
Perfis nas redes sociais: verifique se ela possui facebook, Google +, Pinterest o que seja, porque ter apenas o perfil em uma única rede social não é normal.
Encontros: os fakes fogem de encontros como o diabo foge da cruz, e sempre acontece algo e o encontro não acontece.
O que citei acima são algumas das coisas que faço para tentar descobrir um fake. Existem pessoas que criam uns fakes tão perfeitos que elas entram no personagem de tal maneira, a ponto de acreditarem que são reais. Medo!
Atenção sempre antes de criar um laço com um alguém virtual irreal, pois a decepção virá...pé atrás nunca é demais!